sábado, 22 de outubro de 2011

Violência na família



-Amados, venho abordar um tema que tem sido umas das coisas muito frequente na família em um modo geral; estão existindo muitas brigas dentre as famílias, vemos nas reportagens, estas coisas estão levando os casais chegarem ao ponto de separarem por causa de maus tratos.
Saiba que temos um adversário que fica de camarote espreitando, colocando: Brigas, contendas, intrigas, fofocas etc. O inimigo de nossa vida, o diabo.
-O Senhor diz na palavra Dele que:
 "O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir ..." (João 10: 10 a)..
Quando convidamos Cristo para entrar em nossa vida Ele entra e dá "...vida e vida com abundância" (João 10: 10 b).
-Se pararmos para pensar tem muitos homens de Deus que estão colocando seu casamento nas mãos do inimigo.
-Se olharmos para a palavra de Deus o Senhor nos leva até a 1 ª carta do Apóstolo Paulo à Timóteo observe:
 "Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. *( Fazer a obra de Deus)
Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;
Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento;
Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia
(Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?);
Não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo.
Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo.
Da mesma sorte os diáconos sejam honestos, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância;
Guardando o mistério da fé numa consciência pura.
E também estes sejam primeiro provados, depois sirvam, se forem irrepreensíveis.
Da mesma sorte as esposas sejam honestas, não maldizentes, sóbrias e fiéis em tudo.
Os diáconos sejam maridos de uma só mulher, e governem bem a seus filhos e suas próprias casas.
Porque os que servirem bem como diáconos, adquirirão para si uma boa posição e muita confiança na fé que há em Cristo Jesus.
Escrevo-te estas coisas, esperando ir ver-te bem depressa;
Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade.
E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória." (1 Timóteo 3:1-16)..
-É hora refletirmos e tomarmos posição diante de Deus dando crédito à palavra de Deus..
O Senhor diz na palavra Dele que: "O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos."
(Oséias 4: 6)..
-Está bem claro que somos nós os culpados de a presença do Senhor se afastar de nós!!
"Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça."
(Isaías 59:2)..
E mitas das vezes você fica se perguntando, porque eu orei aquela pessoas e o Senhor não operou o milagre?? Você que antes orava e Deus respondia. Esta faltando alguma coisa não?? Lembra-te onde você errou e se coloque diante de Deus Ele é fiel para perdoar.. antes peça perdão essa pessoa a qual ficou magoada.. ou até mesmo libere o perdão.. a falta de perdão tem aprisionado muitas pessoas.. ponha-se no teu lugar ao qual o Senhor te colocou.. Deus é contigo Ele quer ver a sua família feliz .. assim como Josué declarou em (Josué 24: 15 b) " ...porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR."
 Deus é contigo para te ajudar!! Ele nunca deixou um escolhido sem respostas...
Graça e Paz...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

AMARGURA NA FAMÍLIA



“Tendo Esaú quarenta anos de idade, tomou por esposa a Judite, filha de Beeri, heteu, e a Basemate, filha de Elom, heteu. Ambas se tornaram amargura de espírito para Isaque e para Rebeca.” Gênesis 26:34


Uma das grandes dificuldades que a humanidade tem passado no decorrer dos tempos é gerada através dos conflitos familiares.
Ao mesmo tempo em que em muitos lares as famílias são bases de saúde e vida, em outros, têm gerado doenças e mortes, abalando a sociedade e enfraquecendo as instituições.
Um indivíduo sadio, motivado, pressupõe que suas bases familiares foram bem estabelecidas e firmadas, promovendo um ambiente propício para esse crescimento salutar.
As neuroses familiares, situações antagônicas e conflituosas mal  resolvidas, têm gerado em muitos  pais e filhos, ressentimentos e amarguras, levando-os a separação e ao distanciamento.
Na família de Isaque e Rebeca não foi diferente. O casal teve dois filhos gêmeos; um chamava-se Esaú, que nasceu primeiro, e o outro Jacó, que nasceu por segundo.
O crescimento e educação dos filhos desse casal sofreram por atitudes que todos os pais devem evitar para que não gerem nos filhos comportamentos que possam promover ressentimentos, amarguras, e conseqüentes brigas e separações.
Isaque amava mais Esaú que Jacó. Rebeca amava mais Jacó que Esaú. Esaú era homem do campo, um perito caçador. Jacó vivia mais na tenda, ajudando a mãe.
Os filhos viam nessas atitudes uma preferência dos pais. E é aí que começam os problemas.
Muitas vezes sem se aperceberem os pais demonstram preferência por um dos  filhos ou porque ele é o mais velho, inteligente, capacitado, obediente, ou por atitudes mais compatíveis e aceitáveis.
Um elogio para um, um presente melhor para o outro, um abraço mais caloroso em um, um mais superficial em outro. Os filhos são inteligentes, logo percebem o partidarismo. É quando nasce a inveja, a disputa, as discursões, as ofensas. Os pais se perguntam: Porque esses meninos brigam tanto? Esquecem de olhar para suas atitudes.
Como nasce a raiz de amargura em muitos filhos, sentindo-se discriminados, mal amados e desvalorizados? “Atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe…” Hebreus 12:12-17
É verdade que Esaú, não obstante pertencer a uma família que tinha promessa de bênção e prosperidade para todas as gerações, não soube aproveitar essas oportunidades e tomou decisões erradas, trazendo para si, graves conseqüências.
Era o primogênito de Isaque da linhagem Abrâamica. Como primogênito era considerado como “o princípio do vigor paterno”, portanto, um filho especial. Na ausência do pai, se estivesse de fazer alguma viagem, era este que se tornava a autoridade na casa.
Por ocasião do falecimento do Pai, o primogênito era considerado o segundo em autoridade. Possuía vários direitos de tratamento superior e de herança especial. Herdava o dobro dos demais filhos.
Até o tempo do sacerdócio Araônico, ao filho primogênito cabia o direito de perpetuar a adoração divina da família, primeiramente sob autoridade do seu pai, enquanto este vivia; mas falecido este, o primogênito tomava seu lugar.
Mas um dia Esaú, sem refletir, deixando a carne falar mais alto que o espírito; trocou o direito à primogenitura por um prato de  lentilha. Ou seja, em um momento não muito favorável de sua vida, sem pensar nas conseqüências, ele desprezou as bênçãos espirituais e materiais que teria como primogênito por outras transitórias, passageiras e corruptíveis da vida. Gênesis 25:27-34
A outra atitude muito errada que Esaú cometeu contra seus pais foi casar com  mulheres que não pertenciam à família de  Abraão. Fez isso por vingança contra seu irmão Jacó, que lhe roubou o direito de primogenitura e à bênção de seu pai Isaque.
Isaque e Rebeca ficaram entristecidos com os seus casamentos; eles revelaram a falta de preocupação de Esaú pela responsabilidade de levar avante as suas tradições familiares e religiosas.
Esses casamentos foram brechas na pureza de linhagem para a qual Abraão tinha sido chamado. Gênesis 24:7,47,48
As duas mulheres Judite, filha de Beeri, heteu, e a Basemate, filha de Elom, heteu, eram de famílias idólatras, com costumes contrários ao habitual na família patriarcal. Não se tratava apenas de  uma questão racial. “Tendo Esaú quarenta anos de idade, tomou por esposa a Judite, filha de Beeri, heteu, e a Basemate, filha de Elom, heteu…”Gênesis 26:34ª“…Ambas se tornaram amargura de espírito para Isaque e para Rebeca.”Gênesis 26:34b
Amargura de espírito nos pais. Quantos pais estão sofrendo por decisões e comportamentos errados de seus filhos? Creio que esse é um dos grandes dramas que tem abalado as famílias, levando-as ao sofrimento e a dor.
O dicionário define a amargura como: Amargura é a “propriedade ou característica de severo, de áspero, de intransigente” (Dicionário Houaiss). s.f. Tristeza, pena, angústia, aflição: curtir a amargura. / Acerbidade, acrimônia, azedume: criticou com amargura. / Sabor amargo: a amargura da quinina// Rua da amargura, sofrimento, desamparo.
A amargura é um veneno que pode se desenvolver e crescer dentro de uma pessoa – até quase despercebida por ela mesma.
Amargura é um sentimento amargo em relação a alguém, que produz em nós perturbação, que tira nossa paz, traz transtornos a nossa vida, faz muitas pessoas perderem o juízo e com isso muitas vezes dar fim a própria vida, ou até mesmo desfazer relacionamentos, por causa da dificuldade em perdoar e que muitas vezes nos levam a propagar isso e contagiar outros em relação àquela pessoa, que nos ofendeu ou decepcionou.
Uma pessoa amargurada, além de  prejudicar-se, de ficar impedida de receber as bênçãos do Senhor, acaba corrompendo os outros a sua volta.
Esposos são advertidos a não tratar suas esposas com amargura (Colossenses 3:19).
A amargura dos pais pode ser minimizada se os filhos obedecerem (Efésios 6:1-3), e é pouco provável que os filhos se tornem amargurados se os pais ouvirem a Deus (Efésios 6:4; Colossenses 3:21).”  Pra Janete
A amargura é muito mais que isso. É um mal que precisa ser banido das famílias.
O que fazer para ser livre da amargura na família?   Perdoar, Perdoar, Perdoar, Amar, Amar, Amar, sempre.
Esaú, 20 anos depois da ofensa cometida pelo irmão Jacó, consegue perdoar e chorar um no ombro do outro. Gênesis 33:4 Que maravilha se todos os irmãos e pais e filhos se perdoassem. “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas.” Mateus 6:14,15
Você não precisa sofrer 20 anos com um sentimento preso em seu coração, dilacerando sua alma e produzindo tristeza na sua vida, sem conseguir perdoar aquele que lhe ofendeu!
São esses sentimentos que produzem doenças corporais e perturbações na mente, levando muitas vezes a morte.
Perdoar além de ser um ato de sobrevivência pessoal é um ato de sobrevivência familiar e social.
Amar o filho que errou, perdoando e acolhendo em seus braços é o que nosso Deus faz para conosco. Assim também devemos fazer aos nossos filhos sem exceção.
As famílias seriam mais felizes se  perdoassem e deixassem que o amor prevalecesse e não a amargura de espírito.
O que você tem feito para vencer a amargura em sua vida e família?
“… ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos aos pais, para que eu não venha e fira a terra com maldição.” Malaquias 4:6


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